09 nov 2020
Em que pé anda a reforma da Cora?
Cansado de ler? Então ouça este artigo:

Fala, pessoal!

 

Pedro de volta aqui para contar um pouco sobre a reforma da Cora. No último texto aqui no blog expliquei porque optei por vender meu motorhome norte-americano e comprar uma Invel da Marcopolo, e hoje vou falar pra vocês sobre a importância de respeitar processar na reforma de um veículo antigo.

 

Baseado no meu cronograma que fiz no meio do ano, a ideia é que a Cora já estivesse pronta. Mas quando acabei toda a retífica e remontagem do motor, acabei achando uns pequenos pepinos no chassis que pediram minha atenção imediata em prol da segurança e longevidade do projeto e do carro em si.

 

A Invel tem uma tonelada e aguenta até mais uma tonelada. Como encontrei partes do chassis que estavam um pouco desgastadas, optei por reforçar ele inteiro, para que futuramente eu não tenha surpresas. Considerando meu peso, dos cachorros, meus itens pessoais, ar condicionado, painéis solares, geladeira, móveis, bancos novos cedidas pela Marcopolo etc, foi uma decisão acertada em prol da minha segurança, e da segurança dos cachorros.

 

Aproveitei que o carro estava “no esqueleto” e também troquei todo o piso. Retirei uma madeira marítima que o dono anterior havia colocado, e comprei placas de aço galvanizadas que me garantem um piso praticamente eterno na Cora. Por cima do piso virá isolamento, mantas anti-térmicas, e o piso final com acabamento. Outro “tapa” necessário enquanto a obra da casa não começa, foi a atenção que dei ao câmbio e aos freios recentemente.

 

E, por fim, mas não menos importante, o teto. Qualquer pessoa de até 1,80 consegue ficar em pé normalmente na Cora. Eu tenho 1,86 e não conseguia ficar em pé. Fizemos um estudo de segurança que nos disse que não há problema em levantar o teto 20 centímetros, me dando um pouquinho mais de conforto para tarefas como cozinhar. Essa obra está acontecendo nesse momento, e em poucas semanas já terei a Cora 100% pronta para começar a chamada “obra da casa”. O plano é cair na estrada já em dezembro, fazendo algumas pequenas viagens-teste, e começar minha viagem na primeira semana de janeiro.

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