22 set 2020
Quais os desafios para a recuperação da confiança no serviço de transportes rodoviários?
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A pandemia do novo coronavírus trouxe algo que mexe com a mente de todos: o desconhecido. A insegurança traz o medo, e o medo gera desconfiança. A totalidade do funcionamento dos padrões deste novo vírus ainda é desconhecido, porém, dentre o que já se sabe, está o fato de que aglomerações propiciam e facilitam a sua transmissão.

Desta forma, na mente de todos, o transporte rodoviário se tornou um lugar a ser evitado. Contudo, o que muitas pessoas desconhecem é que os veículos utilizados no Brasil para transporte rodoviário estão entre os mais avançados do mundo, nas empresas que possuem sua frota atualizada.

 

O desafio, portanto, está em recuperar a confiança das pessoas neste serviço, que ainda existe, mas está abalada pelo medo, pela insegurança e pela desinformação. Pensando nisso, a Marcopolo, uma das maiores fabricantes de carrocerias de ônibus do mundo, desenvolveu 7 passos para recuperar a confiança no serviço de transportes rodoviários.

 

1. Lembre-se: as pessoas querem se locomover novamente

Conforme o gerente nacional de Vendas da Marcopolo, Leandro Sodré, a humanidade só evoluiu porque mudou de lugar. “A mobilidade tem a ver com a aventura humana sobre a terra. Viagens fazem parte da vida de qualquer pessoa, no trabalho, na vida pessoal, no lazer, nos sonhos. Ela aproxima as pessoas”, explica.

Assim, de acordo com o gerente, as empresas que oferecem serviços de transporte rodoviário, que precisam recuperar a confiança das pessoas, possuem esta vantagem: todos estão ansiosos para se locomover novamente, para que, gradativamente, o ritmo do transporte volte a sua normalidade.

 

2. Mantenha as pessoas informadas

As empresas devem comunicar os passageiros das práticas já realizadas antes mesmo da pandemia, e também o que foi intensificado para garantir a segurança. Inovações nos veículos foram implementadas em tempo recorde para a prevenção de propagação de organismos indesejados, e para garantir a individualidade necessária para viagens seguras.

 

3. Mostre dados confiáveis

Uma pesquisa divulgada em 2018 pela ABRATI (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) mostrou que, no sul do Brasil, por exemplo, o nível de satisfação dos usuários de serviços intermunicipais e interestaduais com higiene e limpeza dos veículos é superior a 80%.

Este é apenas um exemplo de um dado confiável, que retrata o cuidado dos transportadores com a saúde das pessoas mesmo antes da pandemia.

 

4. Invista em tecnologia

A Marcopolo se dedicou em pesquisa e desenvolvimento de diversas soluções em biossegurança para distanciamento social, proteção individual, materiais antimicrobianos e desinfecção do ambiente interno.

Na opinião do gerente Leandro Sodré, os operadores devem continuar investindo na modernização de suas frotas, implementando soluções de biossegurança adequadas às suas operações.

 

5. Não esqueça das rodoviárias

Para Sodré, as rodoviárias ainda são um grande desafio. “Estes espaços precisam ser repensados urgentemente. Muitas pessoas deixam de utilizar ônibus pela falta de estrutura e segurança nestes locais”, observa.

Outros países que remodelaram suas rodoviárias tiveram sucesso no incremento de passageiros e um aumento significativo da satisfação dos usuários. No Brasil, o terminal de Goiânia, Goiás, pode servir de exemplo: oferece uma estrutura completa, que atende às mais diversas necessidades.

 

6. Modal rodoviário: o queridinho de todos

Quem gosta de viajar de ônibus não perde a oportunidade de usar esse modal. Curtir o trajeto sossegado sem se preocupar com o trânsito, mirando a paisagem, ter embarque e desembarque facilitado, entre outros benefícios. Além disso, o transporte rodoviário vai recuperar parte dos usuários que migraram para aviação. Isto porque, para ser viável, o avião precisa otimizar ao máximo o espaço e voar com lotação máxima. Muitas pessoas não se sentem confortáveis com isto, e irão migrar para outras alternativas.

Outro ponto é o tempo total da viagem: se levar em consideração o horário da chegada no aeroporto até o embarque e desembarque, uma viagem de ônibus pode levar o mesmo tempo, em curtas e médias distâncias.

A localização das rodoviárias também é um fator decisivo: em muitos casos, são centrais e em pontos estratégicos das cidades. Aeroportos normalmente são mais distantes, o que leva o usuário a precisar gastar mais tempo e dinheiro para chegar ao seu destino final.

“Todos os modos de transporte são importantes, complementares e fundamentais para a retomada da nossa rotina, para estarmos próximos das pessoas que amamos, e para promover o desenvolvimento social e econômico do país”, destaca Sodré.

 

7. Tenha em mente que crise traz evolução

Todas essas novas tecnologias desenvolvidas, novas práticas de higiene e limpeza, novos modos de viver o dia a dia serão rotineiros. Este acontecimento histórico já mudou os hábitos de todos, e não há como voltar ao passado. Da mesma maneira, dentro dos ônibus e transportes rodoviários, a evolução se faz presente e só seguirá para frente.

Cada um deve fazer a sua parte. A retomada da confiança inicia na atitude de cada pessoa, desenvolvendo e exercitando hábitos para proteção individual e do próximo.

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